
Olhos azuis não chores,
Não chores nem te apaixones.
Não chores nem te apaixones.
Chorarás quando eu for
embora,
Quando remédio não há.
Quando remédio não há.
Tu me juraste querer-me,
Querer-me toda a vida.
Não passaram dois, três dias,
Tu te afastas e me deixas.
Querer-me toda a vida.
Não passaram dois, três dias,
Tu te afastas e me deixas.
Em uma taça de vinho
Queria tomar veneno,
Veneno para matar-me,
Veneno para esquecer-te.
Queria tomar veneno,
Veneno para matar-me,
Veneno para esquecer-te.
Olhos
azuis não chores...
Ah Junior!
ResponderExcluirColocar Mercedes Sosa aqui assim, sem aviso nenhum, é covardia...
Saiba que os olhos que choraram ao ler o post foram cor de mel ao invés de azuis...
Lindo demais...
Abraços querido.
Déia
Bela tradução, Juninho!
ResponderExcluirAbraços e Ótima!
poderia ser uma musica!
ResponderExcluirPoesia profunda e da alma!
Abss
http://www.estilodistinto.com/
Muito bonito o texto. Demonstra muita emoção e sentimento.
ResponderExcluirAcreditar em fantasmas ou no amor eterno que alguém prometeu...
ResponderExcluirUm beijo.
Suas poesias sempre são muito significativas, gosto de lê-las, acho que vc casa as palavras certas e cria um lirismo incrivel no poema....
ResponderExcluirte indiquei a um selo no comando passa por lá e paga, abraços!
Olá, boa tarde!
ResponderExcluirObrigada por visitar e comentar o meu blog.
Realmente, assim é a vida cada dia uma surpresa e novas oportunidades.
Gracias gracias gracias!
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