Ultimamente, tenho colecionado até mesmo os calendários, marcando de vermelho e com o resto de esperanças, os dias já passados,
esperando que o tempo comigo, também seja um infalível sábio.
domingo, 10 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Olhos azuis

Olhos azuis não chores,
Não chores nem te apaixones.
Não chores nem te apaixones.
Chorarás quando eu for
embora,
Quando remédio não há.
Quando remédio não há.
Tu me juraste querer-me,
Querer-me toda a vida.
Não passaram dois, três dias,
Tu te afastas e me deixas.
Querer-me toda a vida.
Não passaram dois, três dias,
Tu te afastas e me deixas.
Em uma taça de vinho
Queria tomar veneno,
Veneno para matar-me,
Veneno para esquecer-te.
Queria tomar veneno,
Veneno para matar-me,
Veneno para esquecer-te.
Olhos
azuis não chores...
Mais carinhos!


Recebi mais
estes três selos dos blogs amigos Quem além de mim?,
O hospício da Tia Luh e Devaneios. E,
mais uma vez, agradeço imensamente pelo carinho, crédito, presença e atenção a
este nosso espaço.
Este último
selo, veio com um regra: “Dizer três
coisas que admiro em uma pessoa.”
Não sei se estas
palavras já são consideradas clichês, mas lealdade, determinação, positividade.
Como não sendo
tão diferente das outras vezes, os compartilho com todos os seguidores que
lançam suas âncoras por aqui.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Una noche
“…Sólo que aún hoy , sigo aún,
Aún hoy, sigo
Atándome a ti
Aún hoy, mi amor mi amor , te doy
Mi cuerpo con alma
Se esconden del sol
De noche se escapan
Aún hoy te doy
Mi cuerpo con alma
Aún hoy , aún ay…”
Por favor
Por
favor, não deixe mais a manhã chegar,
Segure a
lua com alguma carícia,
Que com
este meu sonho, as estrelas ficarão no mesmo lugar.
Por
favor, deixe a eternidade nos alcançar,
Tente
tapar o sol apenas com o teu polegar,
Que eu
vou voltando as horas com a minha vontade de ficar.
Por
favor, não deixe mais a porta se fechar,
Tome
conta da minha capacidade de sentir ou pensar,
Que eu me
torno rio só para desfazer-me entre teu mar.
sábado, 2 de abril de 2011
Boneco de trapo
Não quero mais viver de contos nem de apenas esta única e nossa canção,
Tampouco ficar esperando te atrair um dia com as batidas já exaustas do meu coração.
Hoje, vou jogar fora tuas cartas de mentira e o assombro insinuante de tua inspiração,
Vou substituir os sonhos, os vasos de flores e o meu olhar triste de turva imensidão.
Não quero mais desenhar amores em qualquer esquina ou em cartazes de papelão,
Tampouco enxergar entre tuas mãos uma espécie rara de salvação.
Hoje, vão embora meus versos inversos, as noites de desencanto e as cordas do violão,
Vou transformar lágrimas em um novo canto e este incessante aguaceiro em meu sol de verão.
Não quero mais perder a razão com teu silêncio nem firmar nenhuma declaração,
Tampouco fazer promessas até ao diabo para ganhar migalhas de atenção.
Hoje, se apagarão teus rastros, teu rosto dos meus álbuns e o cheiro do meu quarto,
Vou tentar não ficar tão espalhado e começar a me costurar como um pobre boneco de trapo.
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